A Soluvit atende o Rio de Janeiro por escopo programado a partir de Jundiaí/SP. O estado reúne refino em Duque de Caxias, a base de óleo e gás de Macaé, siderurgia no Sul Fluminense, indústria naval e farmacêutica e uma das redes hospitalares mais densas do país.
Fale conosco sobre atendimento no Rio de Janeiro- Água de caldeira com controle de sílica para refino e petroquímica
- Osmose reversa para hemodiálise com pré-tratamento e rotina de desinfecção
- Tratamento de água produzida e de água salobra para a cadeia de óleo e gás
- Bombas Torishima de grande porte para circuitos de alta vazão
- Retrofit de estações que não acompanharam a mudança do processo
O Rio concentra, num território pequeno, perfis de exigência muito distintos: refino na Baixada, óleo e gás offshore no norte, siderurgia e automotivo no sul e uma rede de saúde de porte nacional na capital.
Refino e petroquímica na Baixada
Duque de Caxias abriga um dos maiores complexos de refino do país. A demanda de volume define a engenharia: água de reposição de caldeira com controle rigoroso de sílica e condutividade, por osmose reversa com polimento por troca iônica, e circuitos de resfriamento de grande porte em que as bombas centrífugas Torishima — que representamos no Brasil — passam a ser item de projeto.
Macaé e o norte: óleo, gás e água salobra
- Água produzida — a que retorna com o óleo tem salinidade e contaminação orgânica altas; o tratamento para descarte ou reinjeção é um dos cenários mais exigentes do setor e depende de estudo de tratabilidade sobre o fluido real.
- Água de processo onde a captação doce é limitada — osmose reversa aplicada a água salobra, com ultrafiltração no pré-tratamento para segurar sólidos, coloides e carga biológica que variam com a maré.
Sul Fluminense: siderurgia e automotivo
Volta Redonda e Barra Mansa consomem água de resfriamento em vazão alta; Resende, Porto Real e Itatiaia trouxeram linhas de tratamento de superfície que pedem água de baixa condutividade nos enxágues finais. Nas plantas instaladas há mais de uma década, a demanda dominante é retrofit da estação que não acompanhou a mudança de exigência do processo.
Saúde: hemodiálise
A densidade hospitalar faz da osmose reversa para hemodiálise uma demanda constante. O pré-tratamento é decisivo — carvão ativado contra o cloro livre, que degrada a membrana, e abrandamento contra a dureza — e a rotina de desinfecção, troca de elementos e monitoramento é o que mantém o sistema no padrão ao longo dos anos.
Serviços atendidos no Rio de Janeiro
Catálogo completo: troca de peças e elementos, limpeza química de membranas, retrofiting, manutenção e operação, consultoria, engenharia e projetos e locação de equipamentos.
Como funciona o atendimento no Rio de Janeiro
Engenharia e dimensionamento de Jundiaí, com visita técnica agendada ao site, e equipe mobilizada para montagem, comissionamento, partida e treinamento. Para sistema em operação contínua, contrato de manutenção com visitas periódicas em calendário é mais previsível do que depender de chamado — e o monitoramento remoto reduz o deslocamento de rotina.
Garantia e pós-venda
- Produtos com garantia de 12 a 18 meses, conforme o item fornecido.
- Serviços com garantia de 3 a 6 meses, conforme o escopo executado.
- Pós-venda em todo o fornecimento, com equipe técnica disponível.
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Custos altos, manutenção excessiva ou dificuldade operacional têm causa identificável. Conte o cenário para a nossa equipe e receba o encaminhamento técnico adequado — sem compromisso.
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- Diagnóstico técnico Visita e avaliação mediante agendamento
- Equipe experiente Equipe com mais de 25 anos de experiência somada em tratamento de água industrial.
- Pós-venda Pós-venda em todo o fornecimento, com equipe técnica disponível.
Áreas de Atendimento
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Dúvidas frequentes
Perguntas frequentes
As dúvidas que mais recebemos sobre o atendimento no Rio de Janeiro.
Vocês atendem clínicas de hemodiálise no Rio?
Sim. A rota é osmose reversa com pré-tratamento dedicado: carvão ativado para eliminar o cloro livre, que degrada as membranas, e abrandamento contra a dureza. Nessa aplicação o equipamento é a menor parte do problema — a rotina de desinfecção, a troca programada de elementos e o monitoramento são o que mantêm o sistema no padrão.
Vocês tratam água produzida da operação de petróleo?
É um dos cenários mais exigentes do setor: salinidade e contaminação orgânica altas, com destino de descarte ou reinjeção. Não existe dimensionamento de prateleira para isso — qualquer proposta séria começa pelo estudo de tratabilidade sobre a caracterização real do fluido daquela operação.
Como funciona a manutenção de um sistema instalado no Rio?
Por contrato com visitas periódicas definidas em calendário, e não por chamado emergencial. O contrato pode incluir manutenção preventiva, operação local, monitoramento remoto e a programação de limpeza química e troca de elementos.
Por que a sílica é crítica na água de caldeira?
Porque ela volatiliza com o vapor e deposita em palheta de turbina, um dano caro e difícil de reverter. Por isso a água de reposição exige desmineralização com controle específico de sílica, além de condutividade.
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