A Soluvit atende o Espírito Santo por escopo programado a partir de Jundiaí/SP. O estado concentra indústria de base no litoral — siderurgia e pelotização em Vitória e Anchieta, celulose em Aracruz — e beneficiamento de rochas ornamentais no sul, perfis intensivos em água de resfriamento e em vapor.

Fale conosco sobre atendimento no Espírito Santo
  • Controle de incrustação e sólidos em circuitos de resfriamento siderúrgicos
  • Condicionamento químico específico para a corrosão por cloretos do litoral
  • Água de caldeira com controle de sílica para geração de vapor
  • Bombas Torishima para alta vazão em operação contínua
  • Retrofit de parque instalado há décadas, aproveitando o ativo existente

O Espírito Santo tem um parque de indústria de base concentrado no litoral: siderurgia, pelotização de minério, celulose e a operação portuária. Isso soma duas condições que raramente andam juntas — escala de consumo alta e ambiente costeiro agressivo.

Siderurgia e pelotização

Ambiente costeiro cobra um condicionamento próprio

Cloretos e carga biológica tornam a corrosão e o biofilme bem mais agressivos do que num circuito de interior. Receita de circuito continental aplicada aqui tende a não dar conta — o programa químico precisa ser específico, e o monitoramento dos parâmetros passa a ser parte da operação, não um extra.

Celulose e rochas ornamentais

Em Aracruz, a celulose traz a maior demanda de volume do estado, com clarificação de captação superficial, água de caldeira e reuso de efluente. No sul, o beneficiamento de mármore e granito gera efluente com altíssima carga de sólidos finos — recircular a água de corte é prática consolidada e depende de filtração bem dimensionada.

Serviços atendidos no Espírito Santo

Catálogo completo: troca de peças e elementos, limpeza química de membranas, retrofiting, manutenção e operação, consultoria, engenharia e projetos e locação de equipamentos.

Como funciona o atendimento no Espírito Santo

Engenharia e dimensionamento de Jundiaí, com visita técnica agendada ao site, e equipe mobilizada para montagem, comissionamento, partida e treinamento. Em parque instalado há décadas, como boa parte da siderurgia local, a demanda dominante é retrofit: diagnóstico do que limita o sistema e substituição pontual, em vez de descartar o ativo inteiro.

Garantia e pós-venda

  • Produtos com garantia de 12 a 18 meses, conforme o item fornecido.
  • Serviços com garantia de 3 a 6 meses, conforme o escopo executado.
  • Pós-venda em todo o fornecimento, com equipe técnica disponível.

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  • Diagnóstico técnico Visita e avaliação mediante agendamento
  • Equipe experiente Equipe com mais de 25 anos de experiência somada em tratamento de água industrial.
  • Pós-venda Pós-venda em todo o fornecimento, com equipe técnica disponível.

Áreas de Atendimento

Veja também em Áreas de Atendimento

  • Acre

    Tratamento de água e efluentes no Acre: ETA compacta, filtração, retrofit e produtos químicos para indústria e saneamento municipal. Consulte a Soluvit.

  • Amapá

    Tratamento de água e efluentes no Amapá: mineração, porto de Santana e saneamento. Filtração, ETA compacta, osmose reversa e retrofit pela Soluvit.

  • Amazonas

    Tratamento de água para o Polo Industrial de Manaus: água desmineralizada para eletrônica, ultrafiltração, reuso e retrofit de estações. Fale com a Soluvit.

  • Pará

    Tratamento de água e efluentes no Pará: mineração, alumina em Barcarena e siderurgia em Marabá. Reuso, desmineralização e recuperação de sistemas.

  • Rondônia

    Tratamento de água e efluentes em Rondônia: frigoríficos, laticínios e madeira. ETA compacta, ultrafiltração, reuso de efluente e retrofit de estações.

  • Roraima

    Tratamento de água e efluentes em Roraima: agroindústria, saneamento e energia. ETA compacta, filtração, desmineralização e retrofit pela Soluvit.

  • Tocantins

    Tratamento de água e efluentes no Tocantins: grãos, frigoríficos e energia. Água de caldeira, reuso de efluente, ETA compacta e retrofit de estações.

  • Alagoas

    Tratamento de água e efluentes em Alagoas: usinas, polo cloro-soda e alimentos. Água de caldeira, reuso de efluente de safra e retrofit de estações.

  • Bahia

    Tratamento de água e efluentes na Bahia: petroquímico de Camaçari, celulose, mineração e agro do oeste. Reuso, desmineralização e recuperação de sistemas.

  • Ceará

    Tratamento de água e efluentes no Ceará: Complexo do Pecém, têxtil e alimentos. Reuso, osmose reversa para água salobra e desmineralização.

  • Maranhão

    Tratamento de água e efluentes no Maranhão: alumínio e porto de Itaqui, celulose em Imperatriz e grãos. Água de caldeira, reuso e retrofit.

  • Paraíba

    Tratamento de água e efluentes na Paraíba: têxtil, calçados, usinas e cimento. Reuso de efluente, água de caldeira e retrofit de estações.

  • Pernambuco

    Tratamento de água e efluentes em Pernambuco: Complexo de Suape, automotivo em Goiana e farmoquímico. Desmineralização, reuso e ultrafiltração.

  • Piauí

    Tratamento de água e efluentes no Piauí: agroindústria do cerrado, energia e saneamento. ETA compacta, água de caldeira, reuso e retrofit.

  • Rio Grande do Norte

    Tratamento de água e efluentes no Rio Grande do Norte: fruticultura irrigada, sal, petróleo e cerâmica. Reuso, água salobra e desmineralização.

  • Sergipe

    Tratamento de água e efluentes em Sergipe: fertilizantes, potássio, petróleo e cimento. Desmineralização, reuso e recuperação de sistemas.

  • Distrito Federal

    Tratamento de água no Distrito Federal: autarquias, hospitais, data centers e indústria. Osmose reversa para hemodiálise, ETA compacta e licitações.

  • Goiás

    Tratamento de água e efluentes em Goiás: usinas, frigoríficos, fertilizantes e farmoquímico de Anápolis. Água de caldeira, reuso e ultrafiltração.

  • Mato Grosso

    Tratamento de água e efluentes no Mato Grosso: grãos, frigoríficos e etanol de milho. Água de caldeira, reuso de efluente e projeto de sistemas novos.

  • Mato Grosso do Sul

    Tratamento de água e efluentes no Mato Grosso do Sul: celulose em Três Lagoas, frigoríficos e etanol. Reuso, água de caldeira e clarificação.

  • Minas Gerais

    Tratamento de água e efluentes em Minas Gerais: mineração, siderurgia, automotivo em Betim e agroindústria do Triângulo. Reuso e recuperação de sistemas.

  • Rio de Janeiro

    Tratamento de água e efluentes no Rio de Janeiro: refino, óleo e gás em Macaé, siderurgia e hemodiálise. Desmineralização, reuso e retrofit.

  • São Paulo

    Tratamento de água e efluentes em São Paulo: sede em Jundiaí, refino em Paulínia, automotivo no ABC, sucroenergético e Cubatão. Atendimento ágil.

  • Paraná

    Tratamento de água e efluentes no Paraná: refino em Araucária, automotivo, frigoríficos no norte e celulose nos Campos Gerais. Água de caldeira e reuso.

  • Rio Grande do Sul

    Tratamento de água e efluentes no Rio Grande do Sul: polo de Triunfo, metalmecânico, celulose e frigoríficos. Desmineralização, reuso e retrofit.

  • Santa Catarina

    Tratamento de água e efluentes em Santa Catarina: metalmecânico em Joinville, têxtil, cerâmico e frigoríficos no oeste. Reuso, desmineralização e retrofit.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

As dúvidas que mais recebemos sobre o atendimento no Espírito Santo.

Por que meu circuito de resfriamento corrói mais no litoral do ES?

Ambiente costeiro traz cloretos e carga biológica que um circuito de interior não enfrenta na mesma intensidade, o que torna corrosão e biofilme bem mais agressivos. O condicionamento químico precisa ser específico para essa condição, e o monitoramento dos parâmetros passa a fazer parte da operação.

O que mais causa problema em circuito de siderúrgica?

Duas coisas ao mesmo tempo: a concentração de dureza e sílica pela evaporação, que gera incrustação, e o particulado — carepa e sólidos em suspensão — que alimenta depósito e biofilme. A resposta combina filtração robusta, abrandamento da reposição e condicionamento ajustado ao ciclo real.

Vale trocar a estação de uma planta instalada há décadas?

Raramente. O mais comum é que uma etapa específica tenha ficado defasada em relação ao que o processo passou a exigir. O retrofiting parte de um diagnóstico em campo e substitui só o que limita a operação, aproveitando o ativo instalado — o que costuma custar uma fração de um sistema novo.

Dá para recircular a água de corte no beneficiamento de rochas?

Sim, é prática consolidada no setor. O efluente tem altíssima carga de sólidos finos, então tudo depende de filtração bem dimensionada — e o ponto de partida é a caracterização do efluente real da planta.

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